terça-feira, 29 de setembro de 2009

Edigar Mão Branca aparece com 19.78% das intenções de voto em pesquisa

Pesquisa da Hoje Comunicações aponta os principais nomes na corrida para deputado federal em Vitória da Conquista

A Hoje Comunicações Pesquisa e Jornalismo realizou consulta, para saber dos eleitores de Vitória da Conquista em quem votariam, caso as eleições de 2010 fossem hoje. A consulta se estendeu aos nomes de pretensos candidatos a deputado estadual, governador, presidente, deputado que mais trabalhou pelo município e Rádio mais ouvida.

Todas as perguntas envolvendo as eleições,foram feitas nas modalidades espontânea e estimulada ( vale lembrar que não foi induzida). Os demais resultados serão divulgados ainda hoje. Fique atento ao Blog ou ao Twiter para observar quem publica primeiro.

A pesquisa foi realizada nos dias 19 e 20 de setembro e foram ouvidas 920 pessoas nos 17 principais bairros de Vtória da Conquista. Inclusive possibilitando aos interessados uma avaliação mais adequada ao seu trabalho político por cada bairro da cidade.

EDGAR MÃO BRANCA 19.78%

CORIOLANO SALES 14.67%

HÉRZEM GUSMÃO 12.61%

WALDENOR PEREIRA 10.98%

ACM NETO 10.43%

NEHUM DESTES 17.28%

OUTROS 14.25%

fonte: www.blogdopaulonunes.com

domingo, 27 de setembro de 2009

PV realiza semana de filiação em Conquista

Participe da construção de um novo momento da política brasileira!

Durante essa semana, a sede do PV de Vitória da Conquista estará aberta em horário comercial para as novas filiações. Na sexta, 02 de Outubro, um grande evento de recepção aos novos filiados, com a presença do Deputado Edigar Mão Branca, do Vice Prefeito Ricardo Marques e do Vereador Beto Gonçalves entre outras autoridades do PV conquistense.

Endereço: Praça Barão do Rio Branco, S/N, Centro, Prédio da Claro - Primeiro Andar
Horários: Das 08h às 12h e das 14h às 18h

CONTATOS:
8818 8126 - 8802 3617 - 8827 0567 - 8827 0476

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Meio Ambiente promove tarde de educação e lazer


Exibição de filme com temática ambiental e confecção de painel integram a atividade que marca o Dia da Ávore

Para comemorar o Dia da Árvore e a chegada da primavera, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, através do Módulo de Educação Ambiental, promove uma tarde de lazer e educação nesta terça-feira, 22, a partir das 15h, na Cemacre, creche filantrópica que fica localizada na Rua Sinhazinha Santos.

As 50 crianças de 3 a 6 anos de idade, moradoras dos bairros Alto Maron, Pedrinhas, Guarani e Alto do Cruzeiro, atendidas pela creche, assistirão ao filme “Os Sem-Floresta” e produzirão um painel com desenhos sobre a primavera e o dia da árvore.

“O objetivo é despertar a consciência ambiental nas crianças que vão construir o nosso futuro. Além disso, queremos chamar a atenção para a importância das árvores e o quanto é bela a nossa cidade, principalmente na primavera”, afirma a coordenadora do módulo de Educação Ambiental, Luciana Oliveira.

Os Sem- Floresta- O desenho animado conta a história de animais da floresta que despertam da hibernação com a chegada da primavera. Ao acordar eles logo têm uma surpresa: surgiu ao redor de seu habitat natural uma grande cerca verde. Inicialmente eles temem o que há por detrás da cerca, até que descobrem que foi construída uma cidade ao redor da floresta em que vivem, que agora ocupa apenas um pequeno espaço.

Um dos animais é o guaxinim, RJ, que explica que o mundo além da cerca é “a passagem para um vida maravilhosa” na qual criaturas peculiares chamadas humanos vivem para comer, ao invés de comer para viver. Apesar de tentar convencer os demais a atravessar a cerca, alguns animais acham melhor permanecer onde estavam inicialmente.

Fonte: www.pmvc.com.br

Beto Gonçalves comemora informatização do serviço de cartórios em Conquista

Gonçalves parabenizou o juiz Léo Cerveira, que exerce a função de diretor do Fórum

O vereador Beto Gonçalves (PV) destacou a informatização do sistema de autenticação de documentos no Fórum João Mangabeira. Segundo o parlamentar, o sistema está funcionando bem, reduzindo as filas nos cartórios da cidade. Gonçalves parabenizou o juiz Léo Cerveira, que exerce a função de diretor do Fórum. “Este novo sistema tem dado uma contribuição muito importante para os conquistenses. As filas foram reduzidas e a população está contente”, declarou.

O parlamentar comentou sobre a filiação da ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ao PV. “Ela é pré-candidata à presidência da república. Como ministra, desenvolveu um excelente trabalho”, disse, ressaltando a importância da transferência da ex-ministra para o Partido Verde.

Gonçalves destacou, ainda, a reforma do posto policial no Bairro Urbis V, o que vai melhorar a segurança pública do local. “É uma parceria dos comerciantes com a Polícia Militar”, disse.

fonte: www.camaravc.com.br

Vitória da Conquista participa amanhã,22, do "Dia na cidade sem meu carro"

Todos podem contribuir deslocando-se de ônibus, a pé ou de bicicleta e aproveitando a oportunidade para exercitar o corpo e contemplar a cidade


Amanhã, 22, Vitória da Conquista fará parte de um importante movimento mundial pela preservação do meio ambiente e pela reflexão sobre o modelo de mobilidade urbana vigente nas cidades: é o "Dia na cidade sem meu carro". A ocasião é um estimulo às formas não-motorizadas de locomoção. Todos podem contribuir deslocando-se de ônibus, a pé ou de bicicleta e aproveitando a oportunidade para exercitar o corpo e contemplar a cidade. Uma zona sem automóvel será criada na Praça Barão do Rio Branco, onde acontecerão diversas atividades culturais educativas e de saúde.

Frota da cidade - Atualmente, Vitória da Conquista conta com uma frota de 68 mil carros e este número vem crescendo ano a ano. Só para se ter uma idéia, em 1990, haviam 17 mil carros na cidade, em 2004, eram 34 mil automóveis e a previsão é que, em dois anos e meio, Vitória da Conquista tenha 136 mil carros. Um crescimento incompatível com o espaço físico, recursos econômicos e sustentabilidade ambiental da cidade, já que o uso excessivo de automóveis contribui para agravar diversos problemas como a poluição atmosférica e sonora, efeito estufa, congestionamentos, doenças respiratórias, sedentarismo, irritabilidade, acidentes e consumo de combustíveis fósseis.

Utilização racional dos automóveis - Para o secretário de Infra Estrutura, Transporte e Transito, Ubiratan Felix, não se trata de ser contra o uso de automóveis, mas de incentivar a utilização racional do carro. “Em Vitória da Conquista, temos 250 ônibus e 68 mil carros. Numa cidade com menos carros, provavelmente, os ônibus andariam mais rápido; nos domingos, por exemplo, é possível fazer os trajetos mais rápidos do que durante a semana, devido ao menor número de carros nas ruas. Se as pessoas utilizassem menos os carros, haveria também menos conflito de espaço, afinal, um ônibus leva quarenta pessoas e um carro leva uma ou duas e ocupa um terço do espaço ocupado por um ônibus. Portanto, se continuarmos aumentando a relação automóvel/ população, não haverá espaço físico para que os automóveis possam se locomover, por mais que se construam vias não será possível acompanhar o crescimento do número de veículos e haverá ainda um problema ambiental grave”, afirmou.

Pensando um futuro sustentável - A idéia do Dia sem carro surgiu na Europa nos últimos anos do século 20, e, desde então, vem se espalhando pelo mundo. Trata-se de uma reflexão sobre os problemas causados pelo uso intenso de automóveis, a partir da percepção de que o mundo não tem capacidade de recepcionar a quantidade de carros produzida.

Hoje, os principais mercados de automóveis estão nos paises em desenvolvimento, o Brasil já é o terceiro maior produtor de automóveis de mundo. Considerando este dado, o secretário, Ubiratan Félix, destacou a importância de inserir Vitória da Conquista nesta discussão mundial sobre a mobilidade. “Vitória da Conquista mais uma vez está engajada em ações e discussões importantes para a população. Se não fizermos esta discussão neste momento, daqui há dez anos teremos uma situação caótica e isso tem uma conseqüências graves na vida das pessoas”.

Fonte: Ascom/PMVC

Festival de Música da Bahia tem representantes de vários estados do Brasil

Candidatos de várias partes do país começam os preparativos para vir a Vitória da Conquista e encantar o público com talento e belas canções a serem apresentadas na VII Edição Nacional do Festival de Música da Bahia. A lista com os 24 selecionados foi divulgada nesta terça-feira, 15, e chama atenção pela variedade de regiões representadas pelos candidatos.

Dos artistas da terra, três deles marcarão presença no evento. O já conhecido Papalo Monteiro, que participou de várias outras edições do Festival e sempre foi finalista; a também veterana Geci Brito, escolhida como melhor intérprete baiana na edição de 2008; e o mineiro radicado em Conquista Graco Lima Jr.

Retorno de vencedores

Um dos pontos fortes do Festival de Música da Bahia é a consolidação do talento de alguns de seus participantes. Prova disso é o retorno de grande parte dos vencedores da edição passada. É o caso de Zebeto Corrêa, segundo lugar em 2008; o brasiliense Mongol, que compôs músicas para Oswaldo Montenegro e foi escolhido como melhor intérprete; e Vytória Rudan, que ficou com o terceiro lugar. Outro nome que retorna ao FMB é Ito Moreno, nascido na cidade de Macaúbas, interior do estado, que foi o grande vencedor da quarta edição do Festival em 2006.

Nesta sétima edição, foram inscritas mais de 600 canções. Os prêmios a serem entregues para os 12 primeiros colocados, além do melhor intérprete, somam mais de R$ 15 mil. As apresentações ocorrem entre os dias 24 e 26 de setembro, no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. A entrada é 1Kg de alimento não-perecível.

O Festival de Música da Bahia é uma iniciativa do Movimento Artístico e Cultural de Vitória da Conquista (MAC), em parceria com a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e com a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista (PMVC). O patrocínio é da Petrobrás.

Confira no site do evento (www.festivaldemusicadabahia.com.br) a relação dos classificados e a ordem de apresentação de cada um.

Por Adailton Rocha e Rafael Carvalho

Marina no Roda Viva

Filha de nordestinos que foram colonizar a Amazônia, Marina Silva nasceu no Acre e desde cedo trabalhou como lavradora. Em Rio Branco, trabalhou como doméstica, se alfabetizou pelo Mobral (Movimento Brasileiro de Alfabetização, criado pelo governo federal em 1967, para alfabetização de adultos) e formou-se em história aos 26 anos.

Em 1988 Marina Silva elegeu-se vereadora de Rio Branco, pelo Partido dos Trabalhadores. Em 90 foi deputada estadual e em 95 elegeu-se senadora, sendo reeleita em 2003.

Com a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marina Silva assumiu o Ministério do Meio Ambiente, onde ficou até maio do ano passado, quando deixou o cargo após atritos com outros integrantes do Governo.

No mês passado ela deixou o Partido dos Trabalhadores, onde permaneceu por quase 30 anos para se filiar ao PV.

Marina Silva é uma ambientalista premiada e reconhecida pela Organização das Nações Unidas.

Entrevistadores: Lourival Sant’Anna, repórter especial do jornal O Estado de S. Paulo; Eleonora de Lucena, editora-executiva do jornal Folha de S. Paulo; Denise Rothenburg, colunista de política do jornal Correio Braziliense e Paulo Moreira Leite, diretor da sucursal em Brasília da revista Época.

Twitters no estúdio: Alexandre de Oliveira Saconi, jornalista (http://twitter.com/Saconi); Lucia Freitas, jornalista (http://twitter.com/lufreitas) e Davi Rocha, jornalista (http://twitter.com/davirocha).

Fotógrafo convidado: Victor Bonomi, consultor de segurança da informação (www.flickr.com/vbonomi).

Apresentação: Heródoto Barbeiro

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Edson Duarte: há uma campanha no País para destruir o Código Florestal

Em entrevista ao Jornal da Câmara, o líder do PV critica a comissão especial criada para unificar a legislação ambiental e o tratamento que vem sendo dado ao Cerrado e à Caatinga.


Agência Câmara



Técnico em agropecuária e pedagogo, Duarte é titular da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Em seu segundo mandato, ele foi deputado estadual e vereador em Juazeiro (BA) antes de chegar à Câmara dos Deputados.

Quais são as prioridades do PV para os próximos meses, sob a sua liderança?

Precisamos manter a unidade da bancada, que tem sido o ponto forte, em torno das pautas consideradas prioritárias. Este ano, às vésperas da Conferência de Copenhague (próximo encontro da ONU sobre clima), é óbvio que o tema mudanças climáticas ganha mais destaque na bancada do PV. Até porque, diante da próxima eleição, não se poderá deixar de discutir o posicionamento brasileiro sobre o tema. Além disso, temos discutido a questão das florestas, o fim do desmatamento para os diferentes biomas e ainda a proteção dos recursos hídricos.

Qual a sua opinião sobre a criação de comissão especial para reunir ainda neste semestre todas as propostas relacionadas ao meio ambiente e floresta em um único projeto?

É um grande equívoco convocar uma comissão que vai apresentar uma correlação desigual de forças. Essa comissão surge de uma movimentação da bancada ruralista, que não tem intenção de melhorar a legislação ambiental. A legislação ambiental tem falhas e discussões a serem atualizadas. Mas o que estão fazendo é uma campanha para destruir o Código Florestal e isso vem de uma interpretação equivocada de que o meio ambiente e a legislação impedem o desenvolvimento do setor ruralista. Isso não é verdade. A lei não impede ninguém de desmatar, as matas continuam sendo destruídas. Outro equívoco é a prova de que o consumidor está ficando cada vez mais exigente e, se nos descuidarmos, em breve sofreremos vetos de mercados externos por estarmos destruindo nossas florestas. Aí sim, os agropecuaristas sentirão na pele o prejuízo.

O Ministério do Meio Ambiente aponta que o Cerrado tem sido mais desmatado que a Amazônia. No caso da Caatinga, nem estudos existem. A PEC que beneficiaria os dois biomas tramita há 14 anos na Câmara. Qual a sua avaliação desse tema?

A situação da Caatinga é, de fato, ainda pior que a do Cerrado, e os olhares nacional e internacional só se voltam para a Amazônia. É um preconceito com os dois biomas. Na Caatinga, temos 25 milhões de pessoas e é inaceitável que esse bioma continue sendo destruído, se transformando em um grande deserto. O Inpe, a USP e a Embrapa apontam que, entre 2025 e 2050, boa parte do semiárido brasileiro se transformará em deserto. Com a aridez não haverá atividade econômica sustentável na região e a população que lá vive terá que se deslocar sabe-se lá para onde, já que não há mais nenhum espaço nas grandes cidades para receber essa população. No caso do Cerrado, ele vem sendo transformado em plantações de grãos, e estamos falando da caixa d’água brasileira, já que rios das principais bacias nascem quase sempre no Cerrado. É uma grave ameaça para rios importantíssimos para a nossa economia, como o próprio Rio São Francisco.

Como o PV se posiciona diante das reformas em discussão no Congresso?

Na reforma política, defendemos que ocorra com o objetivo de aumentar a democratização do sistema eleitoral, não tratando as pequenas legendas como algo ruim ou criminoso. Se acusam as pequenas legendas de serem de aluguel é porque não olharam que as trocas partidárias se dão nas grandes legendas e as pequenas são até mais ideológicas e mais ligadas a princípios. Também somos favoráveis à reforma tributária, mas entendemos que nela devem ser incluídos os fatores ambientais e a justiça social na distribuição dos tributos. Municípios e estados com áreas de preservação devem ter uma compensação na distribuição dos recursos.

A ex-ministra e senadora Marina Silva (AC) se filiou ao PV e é a provável candidata do partido à Presidência. Haverá alguma mudança na atuação da bancada agora?

Nada muda quanto às nossas bandeiras. Aliás, elas ficam fortalecidas com a entrada da senadora. Muda o procedimento, já que Marina Silva não é uma senadora qualquer, é uma das melhores que o País tem, com uma atuação marcante no País e no mundo. Precisamos afinar o discursos para que as ações da Câmara tenham reflexo no Senado e vice-versa.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Do pré-sal ao pós-carbono

Marina Silva

A descoberta do petróleo no pré-sal e suas consequências para o Brasil são assuntos de enorme importância, mas estão sendo discutidos de maneira que mais confunde do que esclarece.

Os recursos advindos dessa descoberta deveriam ajudar o país a construir os meios para a superação, ao longo do tempo, da dependência das energias fósseis e do modelo de desenvolvimento que elas simbolizam. Que produz bens e riqueza material e também pobreza extrema, degradação dos recursos naturais, poluição, doenças.

E se escora em razões que parecem se bastar, sem levar em conta que tornam praticamente inalcançável, para a maioria das pessoas, uma vida digna e saudável.É absurdo não perceber que a nova fonte de petróleo, que ainda será estratégico e indispensável por décadas, deveria servir ao propósito inovador de criar as condições de trânsito para aquilo que se mostra cada vez mais inescapável: uma economia de baixo carbono e uma sociedade pós-ideologia do consumo.

Para chegar a esse futuro, é fundamental entendermos hoje como as prioridades se relacionam. Tomemos a educação no Brasil. Precisa estar no topo das prioridades, não apenas para ser um sistema mais eficiente do ponto de vista tradicional, mas, sim, para colocar crianças e jovens em diálogo com os novos paradigmas que serão a marca deste século. Por sua vez, isso depende de pesquisa científica e tecnológica para o desenvolvimento de novos materiais, fontes de energia renovável e práticas produtivas baseadas nos amplos recursos naturais de que o Brasil dispõe.

Nessa nova sociedade, a redução da pobreza e das desigualdades sociais será objetivo indissociável da educação de qualidade, da capacidade tecnológica, da sustentabilidade socioambiental, venham os recursos de onde vierem.
O ufanismo com os números do pré-sal não pode jogar para debaixo do tapete a necessidade de mitigar a emissão de carbono, ampliando o combate ao desmatamento e os programas de reflorestamento.

A novidade, a rigor, só aumenta nossa responsabilidade ética em propor metas obrigatórias de emissão de carbono em Copenhague, no final deste ano. Pré-sal e o papel do Brasil em Copenhague não são assuntos estanques. São a mesma equação, embora a discussão em curso não reflita isso.

O desenho de um novo Brasil não pode estar contido na camisa de força da tramitação em regime de urgência do marco legal do pré-sal, feita para contemplar cronogramas políticos e sem a participação da sociedade, essencial porque estamos numa democracia e porque as questões reais precisam ter, pelo menos, chance de vir à tona.

Marina Silva - senadora e ex-ministra do meio ambiente

Artigo publicado originalmente no jornal Folha de S. Paulo de 07-09-2009.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Vice-prefeito e secretário de Administração participam de comemoração do Dia do Administrador

Nesta quarta-feira, 9, os administradores brasileiros comemoram 44 anos de regulamentação profissional, obtida através da Lei nº 4769, de 1965. O Dia do Administrador é comemorado nesta data porque a lei começou a vigorar no dia 9 de setembro.

Em Vitória da Conquista, a Câmara Municipal de Vereadores comemora a data com uma sessão mista nesta quinta-feira, 10, às 19 h, no Plenário Vereadora Carmen Lúcia. O secretário municipal de Administração, Márcio Higino e o vice-prefeito e secretário de Meio Ambiente, Ricardo Marques,que também é administrador, participam da sessão.

Fonte: www.pmvc.com.br

Beto Gonçalves parabeniza organização do Grito dos Excluídos

O vereador Beto Gonçalves parabenizou o Vicariato São Lucas pela realização do Grito dos Excluídos em Vitória da Conquista. O parlamentar destacou que, este ano, o movimento foi antecipado para o dia 4, o que deu maior destaque ao evento. “Foi um momento de reflexão, pois chamamos atenção para os excluídos da nossa sociedade”, disse.

Gonçalves parabenizou a administração municipal pela organização dos desfiles de 7 de Setembro, principalmente pelo cumprimento do horário, o que possibilitou a quem esteve presente acompanhar todo o desfile.

Parabenizou, ainda, a rádio Canção Nova, pela comemoração do 12º aniversário. “Podemos perceber o crescimento da Canção Nova, que investe na evangelização. Tais instituições religiosas têm dado contribuição muito grande para a comunidade conquistense” disse.

O vereador também ressaltou a importância da sessão que discutiu a agricultura familiar e ressaltou a necessidade de discutir sobre os impactos dos agrotóxicos nas lavouras e a viabilidade da produção de produtos orgânicos. “É preciso fazer um trabalho de conscientização e capacitação dos pequenos produtores para a produção de produtos orgânicos”.