
quarta-feira, 27 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
ADTR seleciona para o Universidade para Todos
Com o objetivo de ampliar o acesso de estudantes da rede pública ao Ensino Superior foram abertas, nesta segunda-feira, 28, as inscrições para o processo seletivo da edição 2011 do Curso Preparatório Universidade para Todos. Mais uma vez, a Agência Municipal de Desenvolvimento, Trabalho e Renda/ADTR, em parceria com a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/Uesb, irá executar o projeto – uma iniciativa da Secretaria Estadual de Educação. A ADTR vai contar com duas turmas, uma no turno matutino e outra no vespertino. Para concorrer a uma das vagas, o aluno deve estar cursando ou ser egresso do 3º ano do Ensino Médio da rede pública de ensino. A documentação exigida, originais e cópias, para a inscrição é: carteira de identidade, CPF, comprovante de residência, histórico escolar para aqueles que já completaram o 3º ano ou declaração de que o aluno está cursando esta série. O candidato deve também preencher a ficha de inscrição, disponível no local. As inscrições serão efetuadas até o dia 6 de abril na ADTR, situada na Avenida Bartolomeu de Gusmão, 784, Jurema. Mais informações, pelo telefone (77) 3421 1343.
Fonte: ADTR
quarta-feira, 23 de março de 2011
A incrível fábrica de ideias

ELE NÃO TEM OS PÉS NO CHÃO O engenheiro australiano Saul Griffith na sede de sua empresa, em São Francisco: exemplo de caos produtivo
Como qualquer outro mortal, Saul Griffith costuma ter ideias enquanto caminha. Mas, ao contrário das outras pessoas, Griffith faz isso com uma frequência extraordinária. Suas ideias abrangem uma enorme variedade de áreas, da matemática avançada a triciclos para crianças. E o mais importante: ele tem a capacidade e a disposição para levar todas essas ideias adiante. Enquanto a maioria das pessoas divaga, Griffith faz.
“Minha vida é um laboratório vivo”, diz. O barbudo australiano de 35 anos é um espécime raro no mercado: uma mistura de inventor e empresário, com um talento especial para identificar as coisas de que o mundo precisa, criá-las e vendê-las. Por falta de um termo melhor, ele é um “invempresário”. “Saul é um inventor nato”, diz Neil Gershenfeld, diretor do Centro de Bits e Átomos do Massachusetts Institute of Technology e um dos orientadores de doutorado de Griffith na universidade. “Ele inventa do mesmo modo que a maioria das pessoas respira. Para ele, é a coisa mais natural do mundo.”
Como qualquer outro mortal, Saul Griffith costuma ter ideias enquanto caminha. Mas, ao contrário das outras pessoas, Griffith faz isso com uma frequência extraordinária. Suas ideias abrangem uma enorme variedade de áreas, da matemática avançada a triciclos para crianças. E o mais importante: ele tem a capacidade e a disposição para levar todas essas ideias adiante. Enquanto a maioria das pessoas divaga, Griffith faz.
“Minha vida é um laboratório vivo”, diz. O barbudo australiano de 35 anos é um espécime raro no mercado: uma mistura de inventor e empresário, com um talento especial para identificar as coisas de que o mundo precisa, criá-las e vendê-las. Por falta de um termo melhor, ele é um “invempresário”. “Saul é um inventor nato”, diz Neil Gershenfeld, diretor do Centro de Bits e Átomos do Massachusetts Institute of Technology e um dos orientadores de doutorado de Griffith na universidade. “Ele inventa do mesmo modo que a maioria das pessoas respira. Para ele, é a coisa mais natural do mundo.”
terça-feira, 15 de março de 2011
sábado, 16 de outubro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Vice Prefeito de Conquista coordenará a reunião com os partidos verdes da região e a Deputada Federal Ute Koczy, em Caetité
RELEASE
Ute Koczy, 49, deputada do Partido Verde Alemão no Bundestag (Parlamento Nacional) e porta-voz do partido para assuntos relacionados à política de desenvolvimento, visitará o Brasil em viagem oficial, de 22 a 29 de agosto. No centro da sua viagem está o programa nuclear nacional e o suporte financeiro alemão para a construção da usina de Angra 3. A viagem levará a deputada ainda a Brasília e a Caetité no sertão baiano, região da mina de urânio. A vinda ao Brasil é motivada pela preocupação com o que a deputada chama de “sérios problemas com relação à Angra 3”. Para ela, questões cruciais sobre a segurança do projeto não foram respondidas, além de permanecer em aberto a definição sobre o local de armazenamento dos resíduos tóxicos. Para completar, assustam os altíssimos custos que envolvem o programa nuclear brasileiro e em especial a construção da usina.
“Alguns governos e corporações transnacionais acreditam no chamado renascimento nuclear. Nós do Partido Verde acreditamos que este é o caminho errado a ser traçado. Energia atômica envolve riscos muito altos: nenhum país encontrou até hoje uma solução definitiva para seu lixo, que continua a emitir radioatividade por milhares de anos. Energia nuclear é também uma energia cara, que requer altos investimentos e enormes quantidades de água, além de precisar ser transportada por longas distâncias.”
Na opinião da deputada, diante deste cenário, fica a dúvida se realmente a cooperação alemã no projeto deveria ser providenciada. “Para a Alemanha é uma contradição interromper a produção de energia atômica em seu território, por um lado, e, por outro, cooperar com a construção de uma usina nuclear em Angra dos Reis.”
Para esclarecer alguns desses problemas, Ute Koczy irá encontrar-se com representantes de organizações da sociedade civil e do governo, além de visitar Angra 3 e a cidade de Caetité, na Bahia, local onde há uma mina de urânio com recentes denúncias de irregularidades. “O urânio não é um mineral como os outros. Tem radiação perigosa. A mineração de urânio apresenta mais riscos do que soluciona. Melhor deixá-lo no solo”, declara.
Em seu trabalho no parlamento, a deputada está especialmente envolvida com políticas públicas relacionadas à exploração de recursos naturais, principalmente voltada para a produção de energia, e seus impactos sociais e para o meio ambiente nos países do Sul. Na opinião de Ute Koczy, a produção de energia deve cada vez mais se distanciar da exploração do petróleo e do poder atômico e focar nas fontes renováveis. “O futuro pertence às energias renováveis. São seguras, relativamente mais baratas e não agridem o meio ambiente. Ampliar o uso de energias renováveis é uma grande oportunidade econômica, mesmo em áreas mais remotas.”
quinta-feira, 3 de junho de 2010
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