terça-feira, 30 de junho de 2009

Deputado denuncia intimidação da Record

Edson Duarte, indignado com a Record

O deputado federal Edson Duarte (PV-BA) está indignado com o que considera uma tentativa absurda de intimidação que estaria sofrendo por parte da Rede Record de TV. Tudo por conta de um projeto de lei que o parlamentar apresentou em 2008, ainda em tramitação nas comissões, que obriga as emissoras de TV que venderem horários da sua grade de programação para terceiros a repassarem parte do valor recebido para os cofres da união.

O argumento é que como as emissoras de TV são concessões públicas, não é justo que elas vendam os horários, que recebem gratuitamente, sem repassar nenhum centavo para o Tesouro Nacional. Edson Duarte disse que o projeto foi resultado de suas participações em congressos e debates sobre a democratização da comunicação, dos quais participaram representantes de emissoras de rários e Tvs comunitárias.

Sua indignação decorre do fato de que, em vez de tentar derrubar o projeto - usando os parlamentares que são seus aliados -, a Rede Record estaria tentando intimidá-lo. Primeiro, segundo ele, foi um diretor da rede que deu plantão durante mais de uma semana em seu gabinete, tentando convencê-lo a retirar o projeto; depois foi uma mensagem direta, que lhe foi transmitida pelo deputado Bispo Márcio Marinho (PR), recomendando que ele retirasse o projeto, “porque não seria bom eu pegar uma briga com a Record”.

Como resistiu às duas tentativas, Edson Duarte diz que foi surpreendido com um ataque gratuito, nesta sexta-feira, no programa de Raimundo Varela, na TV Itapoan, no qual foi apontado como farrista do dinheiro público. Ele realmente foi citado como um dos deputados que usaram a cota de passagens aéreas para viagens, mas como já deu explicações sobre isto e não houve nenhum fato novo que justificasse a matéria do programa, o parlamentar acha que foi a terceira tentativa de intimidação que sofreu.

“Acho lamentável que uma emissora de TV use o seu poder como veículo de comunicação para intimidar um deputado”, denuncia Duarte, afirmando que vai levar o assunto à Mesa Diretora da Câmara Federal e consultar advogados para ver quais medidas legais tomará para se proteger dos ataques que, a seu ver, deverão continuar, pois não pretende retirar o projeto.

Ascom PV/Bahia

quinta-feira, 25 de junho de 2009

1º Forró de Base foi um sucesso

A servidora Dalva, eleita Rainha do Milho HBase, é convidada ao palco por Edigar Mão Branca, e realiza o sonho de dançar com o forrozeiro

Quatro dias antes do dia do São João, 24 de junho, os servidores do Hospital de Base, em Vitória da Conquista, entraram no clima junino durante o 1º Forró de Base, festa que reuniu cerca de 1500 pessoas, entre servidores e familiares, além de convidados da diretoria da unidade. Vereadores, secretários municipais, representantes de órgãos municipais, estaduais e federais prestigiaram a festa dos funcionários do Hospital de Base, que começou com a timidez de quem ainda está reconhecendo o território, com um público tímido, mas alguns pares esquentando o passo ao som do Trio Vitória, com um repertório recheado dos grandes clássicos do cancioneiro junino.











Felipe Magalhães (à direita) e parte dos diretores do HBase, organizadores do 1º forró de Base



Enquanto isso, eram servidos os famosos "comes e bebes" característicos do período junino, simbolizando a boa colheita do mês de junho: milho e amendoim cozidos, pipoca, bolos de milho, aipim, além dos saborosos licor e quentão, este último para ajudar a aquecer a festa. Com o público crescendo, os casais já ficavam mais a vontade para arrastar o pé ao som do trio, que se apresentou por pouco mais de 1 hora, e foi a primeira atração do 1º Forró de Base.

Para surpresa do público e para incendiar de vez o Forró de Base, o locutor oficial dos rodeios de Barretos e Americana, Rick Bahia, participou de parte da festa, apresentando ao público o sanfoneiro Rony Barbosa, uma das grandes revelações da Bahia. Alegria, harmonia, sincronia e muita energia resumem o show de Rony Barbosa, artista que se destaca pelo carisma e pela habilidade com a sanfona e a voz, e que empolgou o público com uma apresentação vigorosa, resultado de uma produção e repertório que caíram no agrado do público.

O artista se despediu com um verdadeiro show e antes de anunciar a última atração, convidou para o palco o diretor geral do HBase, Felipe Magalhães, que agradeceu aos artistas pela bela festa, aos companheiros da diretoria que organizaram a festa, e parabenizou a todos os servidores, afirmando que "esta festa é para vocês, que realizam um trabalho árduo e dedicado no Hospital de Base, e que merecem este momento festivo e de confraternização".

Para completar a festa e encerrar a primeira edição do Forró de Base, entrou no palco o mais popular forrozeiro da região, Edigar Mão Branca, cantando grandes sucessos e trazendo para a festa as músicas da Coletânea "Quem ama perdoa'. Acompanhado da Banda Foguete, Mão Branca fechou o evento, que foi marcado pela alegria e tranqüilidade, deixando um gostinho de quero mais para a próxima edição.

Os servidores e participantes da festa foram clicados pelas câmeras dos sites www.acheiconquista.com.br, www.navegueaqui.com.br e www.tevi.com.br .

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Carioca vende bicicletas biodegradáveis de bambu na Dinamarca

As bicicletas já são um meio de transporte ecológico, porque não gastam combustível nem poluem. Imagine se forem descartáveis. O desenhista industrial carioca Flavio Deslandes vende biclicletas biodegradáveis, com com armação de bambus, na Dinamarca. Ele desenvolveu o produto numa parceria com uma empresa de bicicletas de lá, a BioMega. O plano e fazer 100 unidades este ano. Vinte já foram vendidas para os ciclistas dinamarqueses. As bicicletas, que tem hastes de bambu no lugar dos tubos de alumínio convencionais, são feitas artesanalmente. Custam a partir de 3800 euros.

Flavio começou a pesquisar os bambus em 1995, quando estudava na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Pedalando pelas ciclovias da Lagoa Rodrigo de Freitas e das praias do Rio, ele teve a ideia de adaptar os bambus e fazer uma bicicleta com quadro biodegradável. Desde então, foram anos de pesquisa para descobrir as melhores técnicas para cortar e tratar os bambus. Além de como adapta-lo às necessidades da estrutura da bicicleta. Fiel às origens, Flavio usa nas bicicletas dinamarquesas bambus que manda trazer do interior do Rio.

“Usar os bambus para montar uma bicicleta é mais difícil do que fazer uma cadeira ou mesa”, diz Flavio. “O quadro da bicicleta é submetido a vários esforços e pressões enquanto se pedala.” Ele precisa agüentar os trancos na rua, o peso do ciclista e a trepidação do terreno irregular. Isso também é uma vantagem do bambu, segundo Flavio. “O bambu tem características próprias, diferentes do metal ou carbono usado nas bicicletas”, diz. “Ele combina flexibilidade e rigidez. Com isso, a bicicleta oferece mais conforto. Se você souber montar da forma adequada, uma bicicleta com estrutura de bambu funciona como um sistema de amortecedor, que absorve as vibrações do terreno. Isso é natural do material. Tanto que a vara de pescar de bambu é mais flexível do que a de fibra de carbono”, afirma.

O desafio é como lidar com a deterioração do material. A bicicleta fica do lado de fora, exposta à chuva e ao sol. Flavio diz que a durabilidade da bicicleta de bambu é a mesma que uma de alumínio ou carbono, por conta dos produtos químicos que ele usa para tratar o material natural.

“No entanto, se um cliente quiser o bambu sem tratamento, por que é mais ecológico, então ela vai durar menos ou requerer uma manutencão mais constante”, diz. Pode parecer difícil convencer muita gente a gastar alguns milhares de euros para comprar uma bicicleta que, mesmo bem cuidada, não dura mais do que dez anos. Para Flavio, esse é justamente parte do charme do produto. Flavio prefere não usar tratamentos químicos pesados, que poderiam prolongar a vida do bambu. Mas que significariam, para ele, um caminho no sentido de um material mais artificial. “A ideia é o oposto”, diz. “Faz parte da história saber que o bambu vai se decompor. O bambu é biodegradavel. A tendência é ele se desmanchar na natureza. Isso pode ser positivo para o meio ambiente. Se você enterrar aquilo, depois de alguns meses, virou poeira.” É uma extensão da filosofia de baixo impacto ambiental que o transporte ciclístico já tem.

Agora, a pesquisa de Flavio é para projetar uma bicicleta com toda a estrutura de bambu. Hoje, ele ainda usa metal nas juntas. Seu plano é substituir por materiais orgânicos biodegradáveis. Aí, depois de algum tempo, bastaria mesmo apenas descartar a armação da bicicleta, como fazemos com casca de frutas. E transferir as peças metálicas, como a roda e as marchas, para outra estrutura também perecível.

Por Alexandre Mansur
http://colunas.epoca.globo.com/planeta/

1º Prêmio em Melhores Práticas da A3P

Com o intuito de dar visibilidade às iniciativas de cunho ambiental bem-sucedidos, a Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental – SAIC – por meio de seu Departamento de Cidadania e Responsabilidade Socioambiental - DCRS – está promovendo o 1o Prêmio em melhores Práticas da A3P, que reconhece o mérito das iniciativas dos órgãos e entidades do setor público na promoção e na prática da "Agenda Ambiental na Administração Pública - A3P".

Os compromissos assumidos nessa Agenda marcam uma nova visão de sustentabilidade. Ao introduzir o Prêmio em Melhores Práticas, a A3P cria um meio de identificar as iniciativas que produzem resultados satisfatórios para a melhoria na qualidade ambiental bem como para o
serviço público e a sociedade e de estimular a replicação dessas experiências.

Objetivos:

1. Identificar e reconhecer as iniciativas que contribuam para a sustentabilidade ambiental e desenvolvimento sustentável; 2. Estimular a implementação de projetos inovadores de gestão
ambiental que contribuam para a melhoria do ambiente organizacional e do meio ambiente;
3. Compartilhar informações que sirvam de inspiração ou referência para iniciativas de outras instituições; 4. Encorajar e recompensar os órgãos/entidades que possuem
compromisso na implementação da A3P.

Princípios:
As práticas devem contribuir para a melhoria concreta da qualidade do meio ambiente e para o serviço público. As práticas devem ser avaliadas e selecionadas com base em critérios
objetivos de julgamento

Elegibilidade:

Para participar do Prêmio é necessário:

1. Ser órgão ou entidade pública do Poder Executivo, Legislativo ou
Judiciário;
2. Ser parceiro formal da A3P mediante Termo de Adesão;
3. Estar enquadrado nas categorias temáticas do Programa;
4. Ter sido concluída nos últimos dois anos ou estar em andamento;
5. Apresentar evidências tangíveis e resultados concretos.

Categorias:

1. Gestão de Resíduos: os projetos que atuam tanto no início da
cadeia produtiva implementando o conceito de consumo sustentável,
quanto na destinação final dos resíduos gerados;
2. Uso Sustentável dos Recursos Naturais:

Melhor Gestão da Água

Inciativas que atuem na gestão sustentável da água, envolvendo desde projetos de captação e esgotamento até redução no consumo produzindo assim resultados positivos para o meio ambiente.

Melhor Gestão de Energia
Iniciativas que englobem mudanças no uso desse recurso seja pela implementação de fontes alternativas de energia quanto pelo melhoramento na gestão com resultados diretos na economia de energia atuando assim em consonância com o meio ambiente e com a Política Nacional de Mudança Climática (PNMC).

Categorias (cont.)
3. Inovação na Gestão Pública: projetos inovadores atuam na mudança em práticas anteriores, por meio de incorporação de princípios e ações de gestão ambiental, que produzam resultados positivos para o meio ambiente, para o serviço público e para a sociedade.

Critérios para seleção:

1. Impacto ambiental da iniciativa;
2. Caráter social;
3. Caráter econômico;
4. Inovação;
5. Relevância;
6. Integração;
7. Institucionalização

Inscrições
As inscrições serão gratuitas e realizadas, no período de 10 de agosto a 18 de setembro de 2009, por meio do preenchimento de formulário específico e relatório impresso, os quais deverão ser enviados, obrigatoriamente, por remessa postal registrada, endereçada ao “Prêmio Melhores Práticas da A3P”, Caixa Postal nº 10.851, CEP: 70306-970, Brasília – DF. No ato da inscrição deverão ser encaminhados:

1.Ficha de inscrição
2.Resumo executivo
3.Descrição dos objetivos
4.Iniciativa e/ou projeto em si
5.Resultados e os impactos da iniciativa

Prêmio:
Serão selecionados os melhores projetos de cada uma das três categorias e estes serão contemplados com:

1.Troféu;
2.Certificado;
3.Publicação sobre as Melhores Práticas finalistas;
4.Ampla divulgação das finalistas e das Melhores Práticas;

Avaliação:
Os trabalhos realizados serão analisados por uma Comissão Julgadora independente, integrada por membros de reconhecida expressão intelectual e experiência. A Comissão será presidida por um representante da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental sem direito a voto e terá apoio administrativo da Comissão Organizadora composta por membros do Departamento de Cidadania e Responsabilidade Socioambiental (DCRS).

A Comissão Julgadora tem prazo de até 23 de outubro de 2009 para julgamento das iniciativas e elaboração de relatório final, sendo extinta a Comissão após a conclusão desses trabalhos.

Projeto Mulheres Verdes no Poder

Diante do cenário brasileiro de vulnerabilidade feminina, a Secretaria Nacional da Mulher do Partido Verde, lança o projeto “Mulheres Verdes no Poder”, a fim de diminuir o fosso instaurado entre homens e mulheres dentro e fora do Partido Verde.

O plano tem como tema central a ampliação da participação das mulheres verdes nos espaços de poder. Uma ação que visa transformar as estruturas de poder e a mentalidade discriminatória de gênero imposta hoje em nossa sociedade através de uma maior adesão feminina ao movimento político em nosso partido.

“A participação ativa das mulheres é indispensável à construção da democracia e da cidadania e assume um caráter crítico e propositivo na construção das plataformas feministas dirigidas ao poder público, como contribuição para a elaboração de leis e para a administração pública, e para as candidaturas político-partidárias, no sentido de sensibilização e estabelecimento de compromissos das/os candidatas/os. Muitas de suas ações têm produzido desdobramentos concretos em termos de inovação e conquistas legislativas e de políticas públicas”. (II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, página 118).

Para que o projeto “Mulheres Verdes no Poder” chegue a todos os municípios onde o Partido Verde está presente, precisamos ter uma base de atuação descentralizada, onde o processo seja conduzido por um grupo de pessoas que trabalhem de forma a assegurar seus objetivos e metas.

Os atores envolvidos no processo são: a Secretaria Nacional da Mulher, as Secretarias Estaduais da Mulher, as Secretárias Municipais da Mulher e as Coordenadoras Regionais da Mulher.

Extraído so site www.pvmulher.org.br

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Projetos da Prefeitura são apresentados durante seminário de Pesquisa científica em Salvador

O Vice Prefeito e Secretário do Meio Ambiente de Vitória da Conquista participou esta semana do VI Seminário de Pesquisa e Seminário Internacional de Bioenergia na FTC de Salvador, onde participou de uma mesa redonda sobre os investimentos em pesquisa do setor governamental da Bahia, representando os municípios.

Marques apresentou o Sistema Municipal de Meio Ambiente de Conquista e a possibilidade de apoio à pesquisas através do FAM - Fundo Conquistense de Apoio ao Meio Ambiente, ao qual já tem uma pesquisa acadêmica aprovada pelo Conselho e apoiada pelo fundo: A pesquisa é da mestranda Josemeire Gonzaga dos Santos da UESC e é intitulada "COMPORTAMENTO DE UM GRUPO DE MACACOS-PREGO (Gênero Cebus) SOBRE INFLUÊNCIA ANTRÓPICA, NA RESERVA FLORESTAL DO POÇO ESCURO, VITÓRIA DA CONQUISTA, BA".

O Vice Prefeito levou também informações sobre outras experiências em tecnologia social que estão sendo implementadas ou discutidas no município, entre elas o repovoamento da Caatiga através do umbuzeiro, projeto que está sendo executado pela Secretaria de Agricultura. O projeto de uso do biogel para a solução do problema da manipueira na região de campinhos também foi apresentado e chamou a atenção da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, que solicitou o projeto pra análise. No evento, estavam pesquisadores da Itália, Alemanha, Estados Unidos, Índia entre outros países.